quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O Desespero

Desespero do amigo que se vai
Aquela angústia que fica... nunca sai
Perturba até poder me conformar
É a saudade, de ter a quem amar.

Ao distante se diz versos
E um adeus aos tempos antigos
Onde o amor esquecido
Fluía entre os corações contritos

Perturba! Perturba! E pronto... desisto!
Não consigo me ver livre do que sinto
Com certeza... é saudade.

É a saudade que nunca vai,
Uma angústia que não sai,
Apenas ao rever sua formozura!

Mellany Cedeno

Um comentário:

Cesar Cruz disse...

Querida Mel! Que legal saber que vc tem um blog tb! Poesia é o meu fraco, nos 2 sentidos: porque adoro e porque não sei fazê-las!
Vou frequentar!

bjão
Cesar